The Insider Secrets for Hello World

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Virtual rooms: info security and the success of your respective businessintralinks pricing

In today’s world, enterprise success is certainly closely relevant to data safety measures. If your information is unlawfully used aid it is the reduction in customers and profits. You should have information about how the files is used — this is a insufficient understanding of industry, customers and the capabilities. Virtual information rooms are definitely not just impair storage. It is really an integrated method solving almost all aspects of working together with information. Due to development, you could:

  1. Securely store plus access info at any time and even from any kind of device.
  2. Work on proof with your lovers or colleagues.
  3. It truly is absolutely safe to share info.
  4. Maximize workflows applying various capabilities of electronic rooms.
  5. Have data on the do the job of your employees with the paperwork and use the data of most partners.

Global health and safety standards

Virtual data rooms are not only an integrated method to working with information, it is also one of the most reliable advancements in the market.

  • Newest technologies. When creating digital rooms, the latest technologies had been used, which usually take into account each and every one security issues. Reliable indication protocols, info encryption, pass word generation make sure successful data file exchange.
  • Control. Its you who will control the task of lovers or consumers with facts. Before at this time there, how to send out a file you will be obliged to create the parameters for access to it: safeguarded browsing, grabbing, printing, insertion with the right a and so on. You can even restrict gain access to by unique parameters (IP address, time) or end it any kind of time desired moment. It is well worth saying that you may cancel admittance even after the document has become downloaded.
  • Security Methods The developers of digital data bedrooms provided for many aspects. Initial, you have easy access to your computer data thanks to back up. Secondly, virtual data rooms extraordinary security methods ensure safe practices even in the case of organic disasters in addition to power pieces.
  • Documentation and confirmation. Security associated with virtual areas is a reality. It has been validated by many self-employed audits plus audits. In addition, the development had been awarded excellent certificates.


Success inside the global industry

Safety measures and complexity made online data bedrooms a successful task. The development is employed by famous world brand names. This HORSEPOWER, Toyota, LG ELECTRONICS, Rothschild, Ericsson, Goldman Sachs, Raiffeisen Financial institution. These companies not only leave confident feedback in the process, but additionally testify in order to its positive impact on revenue. Virtual data rooms assisted to sign a huge number of discounts for a total of one billion dollars dollars. Thanks to the work optimisation functions, you could work with papers faster and even more productively, conserve time and devote it in finding new clients.

Join typically the leaders nowadays

Online data bedrooms are a enhancement that is suited to a wide variety of market sectors. Its usefulness has been typically confirmed by practice. And you will join typically the leaders currently. All you need should be to activate a free test function and get a new business experience. In addition , you can always ask for a free consultation. The technical support of virtual info rooms is ready to answer your questions round the clock and 7 days a week.

How to Present Essay Writing

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Expetro comenta para o Jornal da Band

(19/03/2018) Na reportagem da semana passada sobre a análise dos resultados e divulgação do balanço da Petrobras referente a 2017, o Jornal da Band, um dos principais noticiários nacionais, entrevistou um dos diretores da Expetro, Jean-Paul Prates. O repórter é Alexandre Tortoriello, do Rio de Janeiro. Acompanhe o depoimento do nosso diretor, ao final da reportagem.

“O importante é que a parte operacional da empresa, no caso da Petrobras, jamais foi afetada. Então, deste ponto de vista, a Petrobras não tem um ‘problema de saúde’ como foi talvez tão alardeardo antes“

Com efeito, o que a Petrobras viveu, com a malversações, superfaturamentos e tráfico de influência e interesses seguido de investigações, denúncias e penalizações afetou bastante a credibilidade da empresa junto ao mercado financeiro e a opinião pública em geral. Mas a excelência técnica da empresa, seus volumes de reservas e a segurança física de seus ativos nunca esteve em risco. Portanto, do ponto de vista da performance operacional, os gestores contam com os mesmos recursos técnicos e humanos. Isso é um fato relevantíssimo, por vezes negligenciado nas análises mais financistas, para a plena recuperação e retomada do crescimento da empresa.

Mesmo considerando o polêmico pagamento das indenizações a acionistas em ação judicial coletiva nos EUA, a análise do balanço e dos números operacionais relativos a 2017 não chega a demonstrar que o desempenho da empresa melhorou. A estratégia de fazer caixa, vender ativos e focar na colocação de campos do Pré-Sal em produção é evidente. Passados a transição e as primeiras medidas da gestão atual, ainda não estão muito transparentes e visíveis as metas operacionais a que pretende/pode chegar.


Bloomberg on Brazil’s fuel imports tendency for 2018

Bloomberg Markets story, by Milana Vinn and Lucia Kassai, reports that Brazil fuel imports are set to fall from a record as the country’s state-owned oil company lowers prices in a bid to regain market share.

“Petroleo Brasileiro SA, which owns 13 out of the 16 refineries in the country, cut diesel prices by 47 percent and gasoline by 38 percent at the refinery gate since January. As a result diesel imported from the U.S. and gasoline from Europe arrives at higher prices than the locally-produced fuels.

Diesel imports have slowed to a trickle, because most would arrive at a loss of as much as $20 per cubic meter (approximately $3 per barrel), compared with profits as high as $600 per cubic meter in 2016, according to people with knowledge of the situation. Brazil’s imports of gasoline and diesel rose to a record last year as Petrobras refineries processed the least crude in 13 years, according to Bloomberg calculations with the country’s oil regulator data.

Full story at original source:

otimista epoca

Visão otimista: “Não se pensa em petróleo a curto prazo”, Expetro.

O pré-sal tem futuro?

“Não se pensa em petróleo a curto prazo”, diz o diretor do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia e ex-secretário de energia do Rio Grande do Norte

01/02/2016 – 19h37 – Atualizado 01/02/2016 19h37

Para o advogado e mestre em Economia do Petróleo pelo Instituto Francês do Petróleo Jean Paul Prates, que já foi secretário de Estado de Energia do Rio Grande do Norte, dirige o Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne) e as consultorias CRN-Bio e Expetro, o pré-sal tem futuro e a Petrobras pode reverter sua imagem manchada pela corrupção devido à alta capacidade operacional.

>> Leia aqui a visão otimista 

ÉPOCA – O pré-sal tem futuro?
Jean-Paul Prates –
Se o mundo implementar o carro elétrico daqui a 120 dias, o pré-sal não tem futuro. Em 1986, o mundo viveu um contrachoque de petróleo. O preço caiu para o que seria o equivalente a US$ 15 hoje, o preço mais baixo da história. O diretor da Petrobras na época, João Carlos de Luca, tomou a decisão de continuar a exploração em águas profundas. Muitos naquele período falaram que ele daria “com os burros n’água”, em função do custo, três vezes maior que o preço. Poucos anos depois, a Petrobras estava ganhando prêmios de grande produtora do mundo. Não se pensa em petróleo a curto prazo. É claro que não estamos na melhor época. Só que o petróleo não tem isso de você olhar para uma fotografia. O pré-sal foi descoberto em 2006 e vai gerar produção até 2036, quem sabe 2046. Quando uma empresa de petróleo compõe seu portfólio, ela não pensa em três anos, ela pensa em uma curva de produção e de custos ao longo de 30 ou 40 anos. A opção ao pré-sal seria depender de petróleo importado. Não queremos voltar para isso. Não faz absolutamente nenhum sentido. Não existe uma pessoa com o mínimo de experiência no setor de petróleo que possa decretar a inviabilidade de uma província petrolífera como o pré-sal com base em um horizonte de dois ou três anos de preço baixo.

ÉPOCA – Como os ganhos de eficiência em fontes de energias renováveis afetam a perspectiva do pré-sal?
Prates –
A concorrência não inviabiliza o pré-sal. Ainda não há um substituto direto para o diesel e para a petroquímica.

ÉPOCA – Qual o impacto do preço atual do petróleo nos novos investimentos do pré-sal? Ele trará consequências a longo prazo?
Prates –
O preço atual inibe o investimento mais especulativo, de curto prazo. A queda global do preço, que deixa investidores de petróleo receosos. O que vale para Petrobras, vale para a Shell, para Chevron, para todas. A Petrobras tem um desafio a mais que é o de recuperar a credibilidade de governança, relacionada aos escândalos de corrupção e à publicação de um balanço com dados pouco confiáveis.

ÉPOCA – A gestão na descoberta do pré-sal foi correta?
Prates –
Quando um país chega à autossuficiência, existe um dilema: me dedico a ser um exportador de petróleo ou seguro meu ritmo de produção, para guardar o petróleo embaixo da terra? O Brasil decidiu em 2006 que não queria ser uma coisa, nem a outra. Não poderíamos desacelerar a produção de petróleo porque ela gera emprego, renda e nacionaliza a indústria. Também não poderíamos virar um exportador em larga escala, como a Nigéria ou a Arábia Saudita, porque queríamos investir no parque do refino. Ser um exportador de petróleo in natura não foi o objetivo nos governos FHC, Lula ou Dilma. As diretrizes em relação ao que fazer com a autossuficiência foram corretas. Por isso surgiram aqueles projetos das refinarias do Nordeste, que acabaram se deteriorando na questão da política e da corrupção. Ter uma refinaria em Pasadena também fazia sentido, pois está dentro do coração da distribuição de produtos derivados dos Estados Unidos. Comprar refinaria no Japão foi outra decisão acertada. O Japão era altamente importador de produto derivado. A implementação em alguns casos foi desastrosa, mas os planos eram bons.

ÉPOCA – Se deram errado em alguns casos, qual a saída hoje?
Prates –
Em 2015, o Brasil, por retração de consumo em função da recessão, diminuiu o consumo e aumentou a produção de petróleo. Assim, atingimos a autossuficiência, as trocas de importação e exportação se igualaram. Em 2016 e 2017, é hora de reafirmar esses objetivos ou rever tudo. A Petrobras tem na sua base uma ótima capacidade operacional, que envolve recursos humanos, técnica e ativos. Nesse aspecto, a Petrobras não teve baixa, não teve acidente grave, refinaria que explodiu, acidente de segurança, perda de produção ou diáspora técnica. A queda do valor do petróleo e a crise de confiança decorrente da operação Lava Jato não abalam os fundamentos da empresa. Os investidores têm que pensar no futuro: “a empresa passou por um problema, ele foi diagnosticado, quem precisou ser preso foi preso, o dinheiro foi recuperado e ela é muito boa tecnologicamente, vale a pena investir de novo”.

ÉPOCA – Qual o custo estimado de um barril de petróleo do pré-sal? A Petrobras divulga que apenas a extração, sem a participação da companhia, é de US$ 8 por barril.
Prates –
Depende da semântica. Quando a empresa fala em custo de extração, ela desconta os custos de exploração e produção. Ela está dizendo que tirar o petróleo da plataforma, em cima do poço, custa US$ 8 por barril. O custo de achar o petróleo e de desenvolver o campo é mais alto. Dizem que o custo total médio é de US$ 30 ou US$ 35. Quando começou a exploração do pré-sal, esse custo ficava entre US$ 50 e US$ 55. Não ficarei surpreso se o custo total baixar de US$ 20 daqui a três anos.

ÉPOCA – Qual a perspectiva do preço do petróleo?
Prates –
Se não houver um desastre mundial ou político a ponto de parar a produção do Irã e da Arábia Saudita, deve ficar em torno de US$ 60. Essa é uma razão por que não dá para ter histeria em relação ao pré-sal diante do baixo preço do petróleo. Haveria razão para histeria se a gente passasse a usar um substituto direto para o petróleo em menos de 180 dias. Aí, seria para desesperar todo mundo.

o presal tem futuro?

Época: “O Pré-Sal tem futuro?” Especialistas respondem.

Reportagem da Revista Época, em 01/02/2016:

(…) Na semana passada, o representante do Conselho de Administração da Petrobras Segen Estefen destacou que a companhia possui estoque de campos de petróleo em atividade “cujos investimentos já foram amortizados”. Ele estima que a companhia se sustente com o brent (barril de referência nas bolsas internacionais) a US$ 30 por até três anos nas atividades exploratórias. “É possível dar continuidade a essa produção ao custo da extração em torno de US$ 25 o barril. O problema é quando acabar este estoque e você tiver que investir novamente.”

Apesar de o petróleo do pré-sal continuar competitivo – segundo o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine – e a empresa contar com a alta produtividade, são os novos investimentos que podem gerar impacto no longo prazo.

Resta a dúvida: o pré-sal tem futuro?

Para o advogado e mestre em Economia do Petróleo pelo Instituto Francês do Petróleo Jean Paul Prates, que já foi secretário de Estado de Energia do Rio Grande do Norte, dirige o Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne) e as consultorias CRN-Bio e Expetro, o pré-sal tem futuro e a Petrobras pode reverter sua imagem manchada pela corrupção devido à alta capacidade operacional.

> Leia aqui a visão otimista

Para o ex-diretor da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e atual sócio-diretor da DZ Negócios com Energia, David Zylbersztajn, se depender do momento atual, a promessa de futuro virou só promessa.

> Leia aqui a visão pessimista


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Expetro: “País precisa promover melhor a exploração de áreas convencionais”

Em matéria sobre a retomada da autossuficiência em petróleo em 2016, o diretor da Expetro, Jean-Paul Prates, foi ouvido.

Brasil retoma autossuficiência em petróleo

“(…) Para Jean Paul Prates, diretor da consultoria Expetro e presidente do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne), a autossuficiência não pode ser um objetivo em si mesmo.

“É importante do ponto de vista da segurança energética, mas não adianta produzir por produzir. Por motivos econômicos e sociais, é preciso manter em atividade essa indústria”, diz.

Confortável com as reservas gigantescas do pré-sal, o país precisa “promover melhor” a exploração de áreas convencionais, avalia Prates. “Com a Petrobras ou outras empresas, temos de manter atividade em terra, em águas rasas, na selva, no sertão do Nordeste, estudar o gás de xisto”, defende. (…) ”


Diferença Gaso Brasil Intl

Prates, da Expetro, comenta sobre a política nacional de preços dos combustíveis

Comentário do diretor da Expetro e do CERNE, no Jornal96 em 28/JAN/2016 foi sobre a política nacional de preços dos combustíveis, que explica porque, por vezes, mesmo quando o preço internacional baixa a equivalente paridade interna não ocorre.


“Da mesma forma, muitas vezes durante várias décadas, nem sempre quando o preço internacional dispara, o impacto direto é sentido imediatamente nas bombas brasileiras.

Os reajustes internamente há muito são realizados “em patamares”, ou seja, a cada preço internacional consolidado ao longo de meses, e também considerando o número de meses e a proporção de represamento dos preços internos durante períodos de alta. Explico isso dando exemplos de anos em que isso ocorreu anteriormente.

Esta política de amortecimento da paridade internacional, que procura evitar o impacto direto das volatilidades de curto/médio prazo, resulta em três fatores que normalmente contribuem para que ocorram períodos como o atual, em que o preço internacional está mais alto do que aqui dentro.

1. A necessidade de compensação dos períodos de represamento interno dos preços. Em 2013 e 2014, por exemplo, analistas e comentaristas vociferavam ao contrário: “o preço interno está prejudicando os acionistas da Petrobras!”. Inverte-se a curva e a reclamação passa a ser: “o preço interno está contribuindo para a inflação e a crise!”. Isso se deve justamente ao fato de que, para manter tal política de amortecimento, o governo usa a estatal, que é hegemônica no mercado interno, para exercer um certo “controle branco” dos preços em porta de refinaria e passa a se equilibrar constantemente entre o interesse do acionista e o interesse do cidadão/consumidor em geral. Este não é um jogo simples. Mas é assim desde a década de 50, com auge do controle de preços durante o regime militar (como exemplifico no audio).

2. Alta carga tributária, em especial na gasolina, cujo preço no Brasil ainda subsidia o do diesel. Isso também vem desde que nosso país, de dimensões continentais, adotou (goste-se ou não) o modelo de dependência rodoviária para o transporte. Vários grupos de pressão muito influentes (agronegócio, empresários de ônibus, transportadoras de cargas rodoviárias) mantém o conceito de que o diesel no Brasil é um “combustível social”. Isso faz com que o preço da gasolina automotiva seja parcialmente responsável por subsidiar o diesel, mais caro de produzir e mais nobre.

3. Finalmente, a mistura de etanol anidro na gasolina, determinada por lei, constitui um dos maiores mercados cativos para o setor produtor (usineiros) além do próprio mercado de etanol hidratado também ser proporcionalmente dependente do preço da gasolina e, ao mesmo tempo, inversamente proporcional às suas oscilações de consumo. Uma intrincada relação que também exige do governo um cuidado a mais, na hora de manipular a paridade com o mercado internacional.

Enfim, o fato é que diante do recente balanço entre déficits maiores do que superávits na paridade interna do preço da gasolina em relação aos preços internacionais, é muito pouco provável que ocorra reajuste para baixo no preço da gasolina nos próximos seis meses. O que deverá ocorrer é a reconfiguração da CIDE dentro da composição do preço atual de forma a que, sem reajustar para cima, se aumente ligeiramente a carga tributária sobre este combustível para ter “saldo” para queimar em caso de nova alta no futuro.

Mas, antes de terminar, para desestimular os mais catastrofistas, há três fatos importantes de se esclarecer:

1. O preço da gasolina no Brasil está longe de ser o mais caro do mundo (já escrevi sobre isso recentemente diante de uma reportagem completamente equivocada feita por um telejornal nacional de grande repercussão), e

2. A paridade do poder de compra do cidadão brasileiro em relação à gasolina aumentou em quase 4 vezes: em 2003, o salário-mínimo dava para adquirir 1.88 tanque de 50l de gasolina. Hoje, a preços atuais, o salário-mínimo adquire 4.68 tanques de 50l (estimativa a preço médio nacional).

3. Os déficits que a Petrobras acumulou devido à política de preços internos, principalmente nos anos 2004, 2004, 2008, 2011, 2012, 2013 e principalmente 2014 ocorreriam independentemente dos atos de gestão investigados pela operação Lavajato, pois mais de dois terços da receita total anual da empresa provém das vendas de combustíveis no mercado brasileiro. Mesmo sendo difícil para a maioria dos observadores comuns, é necessário separar as coisas para gerir o período de recompensação atual.

Particularmente, eu advogo por uma revisão (amplamente discutida e bem embasada) da política nacional de preços de combustíveis. Considero que fatos concretos como a auto-suficiência em petróleo e a segurança de suprimento de diesel a partir da operação da refinaria de Pernambuco além das reconfigurações de outras refinarias brasileiras, permitem que se tenha uma paridade mais próxima, embora não escrava direta, quanto à gasolina e uma política mais transparente quanto ao subsídio do preço interno do diesel, até mesmo em preparação para uma nova era de preços e usos do petróleo mundialmente. Outros objetivos – sociais, fiscais e mesmo ambientais – podem e devem ser inseridos nesta discussão.

Mesmo assim, é necessário não perder de vista que a empresa estatal Petrobras tem um papel estratégico sócio-econômico relevante, e que seus eventuais acionistas privados sabem que, se por um lado ela têm ônus como estes, por outro também têm bônus relacionados com a sua hegemonia na infra-estrutura, logística e mercado dos combustíveis no Brasil.”

Sobre composição do preço da gasolina e do diesel, ver:…/Composicao-Preco-gasolina_2015-09…

Reportagem da Folha, recente, a respeito, com opiniões:…/1579228-petrobras-precisa-de…